Esperança

Hoje sou um deserto negro 
De negros soldados tombados de pé
Com a Negra maré
arrasaram a Minh ‘alma
Cruéis generais de ganância cegos
Mataram-me os filhos
e aos vivos roubaram-me o pão
Negras lágrimas correm
por esta terra mãe,
terra mártir
E chorando anseia
pelo verde perdido
Que lhe traga esperança
ao coração partido.
Avatar de Alexandrina Ferreira Mendes

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