Sobre nós

Sobre nós

Cármen B. Mendes

Desde criança que gosto de escrever. Há dez anos, surgiu a oportunidade de dedicar-me à escrita; frequentei uma atividade nesta área — Clube de Letras —, e cursos. Seguiu-se a Pós-Graduação em escrita de ficção. Em resultado de prémios literários, tenho dois contos publicados em duas antologias. Desde então, em virtude da minha formação avançada em Escrita de Ficção, coordeno atividades de escrita criativa, presencial e online, com alunos de todas as idades, e sou mentora de escrita no género Conto, com foco em edição e revisão.

Gosto de dança, de turismo cultural e de ensinar. A música é uma aliada no meu processo criativo, estimulando a mente, desbloqueando novas ideias e melhorando a produtividade.

A citação de Onésimo Teotónio de Almeida é a minha própria essência:

Costumo dizer: quando fui para a Terceira percebi que era micaelense. Na Madeira, senti-me açoriano. Em Lisboa, vi que era insular. Em Espanha, reconheci-me português. Em Paris, já era ibérico. Nos EUA, europeu. Na China, achei-me decididamente ocidental. Se um dia for a Marte, hei-de sentir-me terrestre.

Maria A. Antunes

Passei por África, país que influenciou muito a minha vida, e onde nasceram os meus dois filhos.

Em Lisboa, vivenciei o 25 de Abril. A minha profissão desenvolveu-se na capital. Daí, saí para a Europa, a partir de Bruxelas, local onde se programavam atividades que se estendiam de Atenas aos Açores, passando por Paris.

Grande parte da minha vida foi dedicada à volta da Igualdade de Género e Empreendedorismo.

Tenho o curso de Psicologia, do ISPA, na altura a única instituição que lançava Psicólogos/as no mercado de trabalho.

Atualmente, possuímos, eu e os meus filhos, uma casa de Turismo Rural. Deixando de deambular pelo mundo, passou a ser o mundo a vir ter comigo.

Diogo Lopes Carneiro

Cumprimentos, leitores e escritores. Chamo-me Diogo e tenho 29 anos. Sou natural de Coimbra e aprendo a escrever narrativas de ficção com a Cármen, há dois anos. Também, sou um amante assumido da sétima arte. A criação é o que me faz mover da cama de manhã. Espero que gostem de ler os textos que escrevo.

Carlos F. Costa

Oriento-me por valores simples: justiça, respeito, responsabilidade e sentido de comunidade.
Acredito que uma sociedade funciona melhor quando existem princípios claros e partilhados, e quando cada um assume o seu papel com consciência e consideração pelos outros.
Dou importância à coerência entre o que se pensa, diz, faz e escreve.

Quero compreender o mundo à minha volta, questionar o que for necessário e contribuir, dentro do possível, para um ambiente mais justo, equilibrado e solidário.
Valorizo o respeito pelo outro, o diálogo e a construção de pontes com base no bom senso e em princípios sólidos.

Procuro, acima de tudo, agir de forma consistente com aquilo em que acredito.

Maurício Silva

Sou brasileiro, nascido e formado no interior do Maranhão, fonte de inspiração para minhas palavras. Graduado em Letras e atualmente mestrando, encontro na escrita literária um espaço de criação, memória e sensibilidade, em que posso explorar modos diversos de falar sobre o mundo.

Isabel Simões

Tenho setenta anos e quarenta anos de percurso profissional na área do turismo. Viajante frequente em trabalho, muitas vezes sozinha. O caminho nem sempre foi fácil, mas moldou quem sou: trouxe-me maturidade, desenvoltura e um olhar muito mais empático perante o mundo.

Hoje, também, me apercebo que me abriu horizontes e me deu uma open mind (perdoem-me o anglicismo), pouco comum em pessoas da minha geração.

Não dispenso a música e a leitura. Sempre gostei de escrever, sem qualquer pretensão que não fosse a de registar no papel os pensamentos e as emoções, provocando-me na maioria das vezes sofrimento. Tenho escrito para me libertar. Poucas vezes, escrevo sobre algo que me faz bem.

Esta é uma das razões por que estou aqui.

Alexandrina Ferreira Mendes

Sou a Alexandrina Mendes, Dina para a família e amigos. Frequentar as aulas de escrita criativa tem-me permitido escrever narrativas que não fazia ideia de que era capaz. É como uma janela aberta para o mundo que se abre cada vez que me é proposto escrever sobre algo.

Sempre fui professora na Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra e, como tal, além de ser docente, também fui investigadora.

M. Dulce Pitarma

Nasci numa pequena aldeia gandaresa, próximo de Coimbra.

Aos dois anos, rasguei o oceano rumo a uma pequena cidade no Norte de Moçambique, a terra dos macuas. Ali vivi uma infância e juventude felizes, em liberdade quase selvagem. Nos primeiros anos, a minha mãe ensinou-me a amar as palavras, a brincar com as rimas, lengalengas e provérbios.

Aos 18 anos, em Coimbra, fiz-me mulher, mergulhei no trabalho e lutei com todas as armas para vingar. Depois de uma união e quatro filhos, mais um sonho se tornou realidade: licenciei-me na área social.

Entretanto, transformei-me na Branca de Neve e os Sete Netos. Contei-lhes contos e histórias. Também, a crianças e a adultos, em privado e em público. Transportam-me para o mundo dos sonhos e levo comigo quem me ouve. Naquele espaço de partilha, eu sou eles.

Hoje, continuo a percorrer os caminhos da vida entre o tempo distante — mas tão presente —, e a liberdade dos sonhos.

Gosto de dançar, mas não danço, gosto de ler, mas não leio, gosto de estar comigo e gosto de estar com os outros, gosto de dar e receber, gosto de viver.

Iniciei agora um caminho, ainda curto, que me envolve. Nas linhas que escrevo, tantas vezes rasuradas, elas sou eu.

Desafio o leitor mais atento a descobrir os pequenos e dissimulados recortes deste meu já longo caminho.

Manuel Ferreira da Costa

O meu percurso de vida é semelhante ao de muitos outros: desde cedo que gostei de ler e escrever; não tive oportunidade nem jeito para escrever nada que se visse até à altura da reforma; participei na guerra colonial, em Angola, cuja lembrança persiste ainda, como uma dor mansa; e uma nostalgia sem remédio faz com que me acudam à memória os ambientes, os episódios e os homens rústicos, loucos e sábios da minha infância aldeã.

Ultimamente, tenho procurado dar algum alento à retentiva. Assim, é, sobretudo, sobre os temas da guerra e da aldeia que me tenho debruçado, depois de reformado bancário. Quanto aos primeiros, não podendo obliterar da memória os episódios dolorosos, decidi varrê-los para sempre do papel e cuidar apenas dos benignos. Sobre os últimos, vou escrevendo algumas redacções, unicamente com o modesto propósito do artesão que trabalha para se recrear com as suas próprias obras sem anelos de vir a ser artista.

Celeste Ferreira

Amante de palavras, letras e companhia, rege-se pela força da palavra enquanto vetor de ideias e de sentimentos. Aprendiz a tempo inteiro, gosta de conhecer novas terras e culturas. Aprecia também a 7ª arte e as artes de palco.

Isabel Curado

Viciada em leitura desde criança, comecei a escrever teatro pelos oito anos. Eram apenas brincadeiras com os meus vizinhos, mas fazíamos apresentações para os pais e amigos. Mais tarde, comecei a escrever só para mim e hoje não concebo a vida sem ler e/ou escrever. Descobri as aulas de escrita criativa há pouco tempo, através de um amigo. Escrevo pelo prazer que a escrita me dá, sem qualquer outra ambição. Escrever liberta a alma e solta a imaginação.

José António Crespo de Carvalho

Sou o José António Crespo de Carvalho e estou a frequentar aulas de escrita criativa com a Cármen. Escrevo crónicas para os jornais de Coimbra. Gosto de escrever sem IA. Quero aperfeiçoar esta forma de vida, porque a escrita faz parte de mim; de todos. Sou praticante de Pilates, e membro de uma Célula Paroquial de Evangelização.

Diamantino Simões

Nasci em dezembro, de 1951, na pequena aldeia de Gagos, freguesia de Cumeeira, concelho de Penela. Profissionalmente, fui funcionário público administrativo. Reformei-me em setembro, de 2011. Trabalhei no Instituto Português do Sangue, Centro de Coimbra.

Em 2005, foi-me diagnosticada a doença de Parkinson; e, delegado na Associação Portuguesa de Doentes de Parkinson (APDPK) para o distrito de Coimbra, cargo a que renunciei posteriormente por impossibilidade de garantir o seu cabal funcionamento. Enquanto fui delegado, mantive a rubrica “Jornakito”, no Facebook. Mais tarde, assegurei a rubrica “Aprendiz de Viver” e, presentemente, mantenho a “Escola de Avós”.

Gosto de jardinagem, leitura e já publiquei nove livros. Considero as Universidades Seniores uma das grandes invenções da sociedade, pelo que frequento a Aposenior, há quatro anos; este ano, nas disciplinas de Mente Ativa, Cidadania, Escrita Criativa e Inteligência Emocional.